Jeep Compass Longitude 2.0 Flex 2017 – Review Jeep Compass

By | 1 de maio de 2017
Conheça o Jeep Longitude 2.0 Flex 2017 no nosso review de hoje. O seu estilo apesar de não ter as linhas que ditam a moda no segmento, e que quase igual a uma maioria dos modelos ele é mais comportado, inspirado no Grand Cherokee virou grife e claro o jeitão Jeep que o deixa para robusto, agrada muita gente. Mas o que diferencia a versão Flex da Diesel? Basicamente é mecânica e por fora ausência da plaquinha 4×4, sistema de tração exclusivo das versões diesel, no restante mantém o mesmo padrão, ou seja um bom acabamento com materiais de qualidade e arremates corretos que dão um toque de requinte ao interior.
E apesar da da sinergia de componentes com o Renegade e a Toro, como volante e quadro de instrumentos por exemplo, tem uma personalidade própria e agradável. O espaço interno é igual nas versões Disvel e Gasolina, muito bom para 5 adultos, só quem vai ao meio do banco traseiro é que é incomodado pelo túnel, e o porta-malas com 410 litros que é apenas razoável.

Porém no quesito segurança ele se sai bem, sistema iso-fix, cintos de três pontos e apoios de cabeça para todos, freios a disco nas 4 rodas, controle de tração e estabilidade, sistema anti-capotamento e assistente de partida em rampa são de série. Então vamos às diferenças mecânicas, começa pelo motor é de 4 cilindros de 2 litros de cilindradas derivado de um norte-americano que tem o mesmo nome Tiger Shark, vem do México mas foi desenvolvido no Brasil para se tornar Flex, entrega uma boa potência e a diferença de torque entre gasolina e etanol é muito pequena, está sempre acoplado a um bom câmbio automático de 6 marchas, com direito a aletas para trocas sequenciais atrás do volante, só tem tração dianteira e como o Compass Flex é 178 quilos mais leve quando comparado ao diesel, a suspensão independente nas 4 rodas foi recalibrada.

A comparação de potencia e desempenho vai ser feita com a versão diesel 4×4, e de saída a Gasolina leva a melhor no silêncio interno pois o motor faz menos barulho, o que o torna mais confortável, depois como as respostas o motor flex são mais rápidas em baixas velocidades, as acelerações são mais ágeis, deixando o mais agradável de dirigir no trânsito, quem tem um papel importante nisso é o seu cambio automático, com troca suaves ao pisar um pouco mais do acelerador, também as reduções para que o Compass não perca atendimento, até aí tudo bem só que o conjunto não nega as origens norte-americanas onde o combustível é barato e aí exagera do consumo.

No cidade Estrada fez 5,2 Km por litro de etanol e 8,2 Km por litro de gasolina o que é muito pouco.  A suspensão agrada bastante, deixa o Compass flex como rodar firme mas ao mesmo tempo confortável, e nas curvas não esquece da estabilidade, tudo arrematado por bons freios e direção elétrica precisa. Em fim, para quem quem roda basicamente no asfalto e de vez em quando em uma estradinha de terra, o Compass Flex se sai bem, agora aqui entre nós pelo que custa deveria vir com sistema start-stop para o motor e câmbio de 9 marchas, no mínimo gastaria menos combustível, sendo mais realístico com o nosso mercado

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